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Um ex-advogado do ICE disse ao Congresso em 23 de fevereiro de 2026 que cortes drásticos de treinamento deixaram os oficiais de deportação despreparados, provocando debate sobre prontidão dos oficiais e direitos civis.
Um ex-advogado do ICE, Ryan Schwank, testemunhou perante o Congresso em 23 de fevereiro de 2026, alegando que o programa de treinamento do ICE para novos oficiais de deportação é severamente deficiente, com 240 horas cortadas do currículo, cursos-chave eliminados e treinamento reduzido de 72 para 42 dias.
Ele alegou que as mudanças deixaram os recrutas despreparados, com instruções reduzidas sobre o uso da força, armas de fogo e direito constitucional, e acusou a agência de enganar o Congresso sobre o rigor do treinamento.
Schwank também alegou que um memorando secreto permitia entradas em casa sem mandado.
O Departamento de Segurança Interna negou o treinamento de corte, afirmando que os recrutas ainda recebem 56 dias de sala de aula e 28 dias de treinamento no trabalho, incluindo instrução de arma de fogo e desescalada, e afirmou que o programa foi simplificado para remover redundância e incorporar tecnologia sem reduzir o conteúdo principal.
A audiência faz parte do crescente escrutínio sobre as práticas de aplicação da ICE em meio a preocupações com a prontidão dos oficiais e os direitos civis.
A former ICE lawyer told Congress that drastic training cuts left deportation officers unprepared and accused ICE of misleading lawmakers.