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O Comitê de Seleção Popular da Nova Zelândia condenou a Lei de Igualdade de Salários de 2025 como ilegal e prejudicial, citando passagem apressada e falta de contribuição pública.
Um Comitê Seleto Popular auto-organizado na Nova Zelândia condenou a Lei de Emenda à Igualdade de Salários do governo de 2025, chamando-a de violação do Estado de direito e das obrigações de direitos humanos.
O comitê, formado depois que o governo cancelou 33 reivindicações de equidade salarial sem consulta, descobriu que a lei foi apressada sem a participação do público, uma Declaração de Impacto Regulatório ou uma avaliação adequada de seus efeitos.
Criticou o governo por minar o devido processo, redacting de documentos-chave e realocar fundos, com os apoiadores argumentando que a medida foi impulsionada por preocupações orçamentárias em vez de justiça.
O relatório, baseado em quase 1.400 submissões, destaca danos generalizados às mulheres nos cuidados, saúde e serviços sociais, e recomenda o estabelecimento de uma unidade de equidade salarial independente.
As conclusões do comitê provocaram pedidos para que todos os partidos políticos restaurem a equidade salarial genuína.
New Zealand’s People’s Select Committee condemned the 2025 Equal Pay Act as unlawful and harmful, citing rushed passage and lack of public input.