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Os denunciantes da África do Sul enfrentam perigo contínuo apesar das promessas, com assassinatos em 2025 e 2026 destacando proteções fracas e reformas intransitáveis.
Os denunciantes da África do Sul continuam em alto risco, apesar das promessas de melhorar as proteções, com dois assassinatos de alto perfil em 2025 e uma emboscada de 2026 destacando os perigos em curso.
A Human Rights Watch diz que as leis existentes são inadequadas e mal aplicadas, deixando vulneráveis aqueles que expõem a corrupção.
O presidente Cyril Ramaphosa prometeu uma nova lei de proteção contra denunciantes em fevereiro de 2026, mas ainda não foi aprovada.
Os defensores pedem definições mais amplas, investigações mais rápidas, melhor confidencialidade e serviços de apoio, alertando que, sem ação urgente, os esforços de prestação de contas serão prejudicados.
South Africa's whistleblowers face ongoing danger despite promises, with killings in 2025 and 2026 highlighting weak protections and unpassed reform.