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O executivo do YouTube diz que a plataforma visa servir os usuários, não viciá-los, no teste de saúde mental juvenil.
O executivo do YouTube, Cristos Goodrow, testemunhou em um julgamento em Los Angeles que o objetivo da plataforma era entregar valor aos usuários, não criar um comportamento viciante, pois o caso examina se o YouTube e o Meta projetaram recursos para maximizar o tempo de tela e prejudicar a saúde mental dos jovens.
Goodrow negou a intenção de explorar os usuários, dizendo que a rolagem excessiva indicava um sistema de recomendação falhando e destacou ferramentas como temporizadores de visualização e alertas de interrupção.
O julgamento, centrado no demandante Kaley G.M., de 20 anos, que começou a usar o YouTube aos seis anos, poderia estabelecer um precedente legal para milhares de ações judiciais semelhantes.
O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, expressou anteriormente arrependimento pelo tratamento do Instagram de usuários menores de idade, enquanto TikTok e Snapchat se estabeleceram antes do julgamento.
O testemunho continua até o final de março.
YouTube exec says platform aimed to serve users, not addict them, in youth mental health trial.