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Bibliotecários da Nova Zelândia enfrentam a desigualdade salarial em curso, apesar de um relatório confirmando as lacunas salariais sistêmicas baseadas em gênero.
A Associação de Bibliotecas da Nova Zelândia saúda um relatório que encontrou desigualdade salarial sistêmica baseada em gênero no setor de bibliotecas, citando violações das leis nacionais e internacionais.
O relatório destaca que, predominantemente bibliotecários do sexo feminino, que realizam trabalho qualificado gerenciando recursos públicos e educação comunitária, enfrentaram subpagamento apesar de anos de esforço e altas demandas.
Enquanto alguns conselhos como Christchurch e Auckland implementaram aumentos salariais pós-cancelação, muitos trabalhadores ainda aguardam resolução, com bibliotecários escolares enfrentando uma espera de 10 anos para revisão.
A Lei de Emenda à Igualdade de Salários de 2025 levantou barreiras de elegibilidade, encerrando 33 reivindicações ativas.
A associação pede ações urgentes para abordar as disparidades de longa data que afetam o pessoal e a qualidade do serviço.
New Zealand librarians face ongoing pay inequity despite a report confirming systemic gender-based wage gaps.