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O apelo da avó romena sobre o status de trabalhador da UE sobre cuidados não remunerados para netos a serem decididos pelo Supremo Tribunal da Irlanda.
A Suprema Corte ouvirá um apelo de uma avó romena que afirma que deveria ter recebido um subsídio de cuidador na Irlanda por fornecer 35 horas de atendimento semanal a seus netos com necessidades especiais, apesar de não ser reconhecida como residente habitual.
Sua candidatura foi negada porque as autoridades irlandesas a consideravam não "trabalhadora" sob a lei da UE, citando falta de atividade econômica e potencial carga sobre o estado, embora seus netos atendessem aos critérios de atendimento.
Apelações anteriores e uma revisão do Supremo Tribunal foram rejeitadas, com juízes observando que ela não tinha recursos suficientes e atividade econômica, embora um juiz reconheceu a injustiça em comparação com os cidadãos irlandeses em situações semelhantes.
O Supremo Tribunal concedeu licença, citando a importância pública do caso em esclarecer a definição de "trabalhador" sob a lei da UE, o que poderia afetar futuras reivindicações de cidadãos da UE que prestam cuidados não remunerados na Irlanda.
Romanian grandmother’s EU worker status appeal over unpaid care for grandchildren to be decided by Ireland’s Supreme Court.