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A Suprema Corte proíbe figuras públicas de usar a fala ou a arte para difamar grupos, defendendo a fraternidade constitucional.
A Suprema Corte decidiu que figuras públicas, incluindo altos funcionários, não podem difamar comunidades baseadas em religião, casta, língua ou região por meio de discursos, memes ou arte, afirmando que tais ações violam a ênfase da Constituição na fraternidade.
Em um caso envolvendo o filme Netflix "Ghooskhor Pandat", mais tarde renomeado, o tribunal enfatizou que a liberdade de expressão sob o Artigo 19(1)(a) deve ser protegida, mesmo quando o conteúdo é controverso, e advertiu que bloquear filmes devido a protestos equivale a render-se à intimidação.
O juiz Ujjal Bhuyan enfatizou que as figuras públicas devem defender os valores constitucionais e que promover a unidade nacional requer rejeitar a retórica divisiva, especialmente em meio a recentes declarações inflamatórias de líderes políticos.
Supreme Court bans public figures from using speech or art to vilify groups, upholding constitutional fraternity.