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Kizza Besigye, líder da oposição de Uganda, e dois assessores enfrentam acusações de traição por suposta conspiração golpista; julgamento adiado para 12 de março de 2026, depois que a acusação não conseguiu divulgar completamente as evidências.
Kizza Besigye e dois assessores enfrentam acusações de traição em Uganda por suposta conspiração para derrubar o presidente Museveni, com seu julgamento adiado para 12 de março de 2026, depois que a acusação não divulgou totalmente as evidências.
O tribunal ordenou que o estado completasse a divulgação até 3 de março, citando submissões incompletas.
Besigye, detido desde seu suposto sequestro em Nairóbi em novembro de 2024, está com problemas de saúde, com sua esposa e advogados levantando preocupações sobre sua condição e tratamento prisional.
O caso, marcado por atrasos e escrutínio político, envolve alegações de planos de drones, reuniões estrangeiras e apoio financeiro, mas os advogados de defesa argumentam que a evidência da acusação é insuficiente e potencialmente manipulada.
Ugandan opposition leader Kizza Besigye and two aides face treason charges over alleged coup plot; trial delayed to March 12, 2026, after prosecution failed to fully disclose evidence.