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A Suprema Corte de Wisconsin decide que os exames de arquivo de abuso infantil do Google não violam a Quarta Emenda, defendendo a condenação do homem.
A Suprema Corte de Wisconsin decidiu por unanimidade que a digitalização automatizada do Google de arquivos de usuários para material de abuso sexual infantil não viola a Quarta Emenda, defendendo uma condenação contra Andreas Rauch Sharak.
O tribunal disse que o Google, como uma empresa privada, agiu dentro de seus direitos sinalizando e reportando arquivos suspeitos às autoridades, e a revisão da lei desses arquivos não exigiu um mandado sob a "doutrina de pesquisa privada".
Rauch Sharak, que se declarou culpado em 2024 a cinco acusações de posse, foi condenado a três anos de prisão, três anos de supervisão prolongada e 15 anos de registro de agressores sexuais.
A decisão marca o segundo caso recente em que o tribunal manteve condenações com base em evidências de plataformas de tecnologia privadas.
Wisconsin Supreme Court rules Google’s child abuse file scans don’t violate Fourth Amendment, upholding man’s conviction.