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O DOJ enfrenta reação por reter 53 páginas editadas de entrevistas do FBI em 1983, alegações de agressão sexual contra Trump.
O Departamento de Justiça está sob escrutínio por reter 53 páginas editadas de entrevistas do FBI relacionadas à alegação de uma mulher de 1983 de que Donald Trump a agrediu sexualmente depois de ser introduzida por Jeffrey Epstein.
O deputado Robert Garcia, membro do Comitê de Supervisão da Câmara, criticou o atraso, chamando-o de um possível encobrimento, enquanto o DOJ mantém que todos os documentos não privilegiados e não duplicados foram liberados.
As páginas que faltavam, que repetidamente redigiam o nome de Trump, alimentaram a preocupação pública com a transparência, especialmente porque os investigadores acreditam que Epstein pode ter destruído evidências-chave antes de sua prisão em 2019.
DOJ faces backlash for withholding 53 redacted pages from FBI interviews in 1983 sexual assault allegation against Trump.