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Os picos magnéticos lunares de 3 a 4 bilhões de anos atrás foram breves e intensos, não sustentados, devido ao derretimento de rochas ricas em titânio, mostra nova análise.
A nova análise das rochas lunares da era Apollo revela que o campo magnético da lua era na maior parte fraco, mas experimentou picos breves e intensos que duravam até 5.000 anos - possivelmente apenas décadas - entre 3 e 4 bilhões de anos atrás.
Essas explosões, provavelmente causadas pelo derretimento de rochas ricas em titânio nas profundezas da lua, eram mais fortes do que o campo atual da Terra.
As conclusões anteriores de um campo forte sustentado foram distorcidas por viés de amostragem, como missões Apollo desembarcaram em regiões vulcânicas ricas em titânio que sobrerepresentaram eventos magnéticos raros.
Missões futuras da Artemis visando a região polar sul da Lua podem coletar amostras mais representativas, ajudando a esclarecer a história magnética da lua e suas implicações para a habitabilidade planetária.
Lunar magnetic spikes 3–4 billion years ago were brief and intense, not sustained, due to titanium-rich rock melting, new analysis shows.