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A Coreia do Sul reabriu sua Comissão de Verdade e Reconciliação em 26 de fevereiro de 2026 para investigar abusos de direitos humanos em seu programa de adoção no exterior entre os anos 1970 e o início dos anos 2000, aceitando reclamações até 2028.
A Coreia do Sul reabriu sua Comissão de Verdade e Reconciliação, a terceira de sua história, com foco em abusos de direitos humanos ligados ao seu programa de adoção no exterior, dos anos 1970 ao início dos anos 2000, que enviou dezenas de milhares de crianças para países ocidentais.
A nova comissão começou a aceitar casos em 26 de fevereiro de 2026, herdando mais de 2.100 reclamações não resolvidas, incluindo 311 de adotados nos EUA e em outras nações.
A investigação investigará fraudes relacionadas à adoção, coerção e registros falsificados, bem como abusos históricos mais amplos, como assassinatos civis em tempo de guerra e repressão sob domínio militar.
Embora não tenha um presidente e equipes investigativas, operará por meio de servidores públicos e aceitará candidaturas até fevereiro de 2028.
Os defensores relatam um interesse crescente entre os adotados, particularmente dos EUA, já que o governo busca a responsabilidade por um sistema impulsionado por motivos econômicos, em vez de preocupações humanitárias.
South Korea reopened its Truth and Reconciliation Commission on Feb. 26, 2026, to investigate human rights abuses in its foreign adoption program from the 1970s to the early 2000s, accepting complaints until 2028.