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Pesquisadores de Georgetown investigam túmulos não marcados de mais de 200 crianças negras em antigas instalações juvenis de Maryland, citando abuso, negligência e racismo sistêmico.
Pesquisadores da Universidade de Georgetown estão investigando sepulturas não marcadas de pelo menos 200 crianças negras enterradas em Cheltenham, Maryland, no local de um antigo centro de detenção juvenil segregado que operou de 1873 a 1930.
A Iniciativa Crianças Esquecidas procura identificar as crianças, muitas detidas por delitos menores ou órfãs, e localizar descendentes.
Enquanto os registros oficiais citam mortes por tuberculose, pneumonia ou exaustão, os pesquisadores acreditam que muitos morreram devido à negligência, abuso, desnutrição e trabalho forçado, com alguns sofrendo congelamento ou amputações.
Evidências sugerem que certificados de óbito falsificados e racismo sistêmico contribuíram para a falta de responsabilidade.
Maryland tem alocado financiamento para pesquisas de radar de penetração no solo e restauração do cemitério, e um projeto de lei estadual propõe a criação de uma comissão para investigar o legado da instalação, com o apoio de agências estaduais e grupos de defesa.
Georgetown researchers probe unmarked graves of 200+ Black children at former Maryland juvenile facility, citing abuse, neglect, and systemic racism.