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Linda Gxasheka negou ter protegido um ex-funcionário da polícia, citando atrasos e ameaças, à medida que a investigação sobre a governança da cidade continua.
Linda Gxasheka, chefe de RH de Ekurhuleni suspensa, testemunhou perante a Comissão Madlanga, negando que ela protegeu o ex-vice-chefe da EMPD, Julius Mkhwanazi, da disciplina.
Ela disse que atrasos na ação resultaram de um escritório de advocacia que reteve um relatório de investigação devido a taxas não pagas e alegou que temia por sua segurança, citando ameaças e um arrombamento domiciliar.
Gxasheka negou ter recebido um aumento de R$ 600 mil como recompensa, afirmando que era parte de uma revisão formal.
Ela também negou conspirar com o chefe legal da cidade, Kemi Behari, ou encobrir má conduta, e disse que não tinha autoridade para agir de forma independente.
A investigação continua sobre falhas de governança mais amplas e suposta corrupção.
Linda Gxasheka denied shielding a former police official, citing report delays and threats, as the inquiry into city governance continues.