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O primeiro-ministro da Austrália se recusa a trazer 34 cidadãos – 11 mulheres e 23 crianças – de volta de um campo sírio, provocando reação sobre ética, compaixão e dever.
O primeiro-ministro Anthony Albanese enfrenta críticas generalizadas por se recusar a repatriar 34 cidadãos australianos – 11 mulheres e 23 crianças – mantidos em um campo de refugiados sírios, muitos ligados ao ISIS.
Enquanto algumas mulheres podem ter apoiado causas extremistas, muitas eram jovens, coagidas ou não tinham autonomia, e seus filhos são cidadãos australianos inocentes.
Os críticos argumentam que a postura linha-dura do governo, citando "se você faz sua cama, você deve deitar nela", contradiz a ênfase do passado albanês na compaixão e bondade, e falha nas obrigações morais e legais da Austrália de proteger seus cidadãos, especialmente crianças vulneráveis expostas a dificuldades extremas e radicalização.
A decisão é vista como politicamente orientada, minando a confiança e arriscando danos de reputação a longo prazo, com muitos vendo-a como um fracasso de liderança e empatia.
Australia’s PM refuses to bring back 34 citizens—11 women and 23 children—from a Syrian camp, sparking backlash over ethics, compassion, and duty.