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Protestos anti-EUA surgiram em várias cidades em 28 de fevereiro de 2026, após ataques EUA-Israel ao Irã, alimentados por uma rede de grupos de esquerda ligados à China, Rússia e Irã, com financiamento vinculado ao bilionário norte-americano Neville Roy Singham.
Em 28 de fevereiro de 2026, protestos anti-EUA irromperam em várias cidades dos EUA horas após ataques militares dos EUA e Israel contra o Irã.
Uma rede de organizações sem fins lucrativos de esquerda, ligada à China, Rússia e Irã, mobilizou rapidamente manifestantes, com financiamento supostamente vinculado a Neville Roy Singham, um bilionário de tecnologia nascido nos EUA em Xangai.
Grupos como a Coalizão ANSWER, CodePink e o Fórum Popular coordenaram ações, enquadrando as greves como ilegais e parte de uma agenda imperialista mais ampla, enquanto espalhavam reivindicações não verificadas de vítimas civis.
A resposta coordenada, facilitada por ferramentas digitais e infraestrutura compartilhada, levantou preocupações sobre a influência estrangeira no ativismo doméstico, levando ao escrutínio de autoridades dos EUA e do Departamento de Estado sobre os laços com nações adversárias.
Anti-U.S. protests surged in multiple cities on Feb. 28, 2026, following U.S.-Israel strikes on Iran, fueled by a network of left-leaning groups linked to China, Russia, and Iran, with funding tied to U.S.-born billionaire Neville Roy Singham.