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As mesquitas australianas lamentaram Khamenei do Irã como um “mártir”, provocando a reação do governo e da comunidade sobre o extremismo e as preocupações de segurança.
As mesquitas australianas em Sydney e Melbourne receberam serviços memoriais para o falecido líder supremo do Irã, Ali Khamenei, chamando-o de "mártir", o que provocou críticas de funcionários públicos e autoridades locais.
Citando o envolvimento de Khamenei em violações dos direitos humanos e a perseguição de manifestantes e pessoas LGBTQ+, o primeiro-ministro Chris Minns se referiu aos tributos como "atrozes".
Devido ao seu envolvimento em ataques a sites da comunidade judaica, a Austrália classificou o Corpo de Guardas Revolucionários Iranianos, que ele liderou, como uma organização terrorista.
Os críticos alertaram que os eventos encorajam ideologias extremistas e pediram investigações criminais, incluindo ativistas judeus e iranianos-australianos.
As comemorações aumentaram a discussão sobre liberdade de expressão, segurança nacional e o impacto de figuras políticas estrangeiras dentro da comunidade muçulmana da Austrália, apesar de algumas organizações muçulmanas defenderem os eventos como observâncias religiosas.
Australian mosques mourned Iran’s Khamenei as a “martyr,” sparking government and community backlash over extremism and security concerns.