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A inteligência britânica sabia em 2002 que um esquadrão de assassinato UDR-UVF ligado a um massacre de 1991 estava reativando, provocando demandas por uma investigação completa.
Documentos recém-divulgados de 2002 revelam que a inteligência militar britânica estava ciente de que um esquadrão de assassinato UDR-UVF, ligado ao massacre de 1991 em Cappagh, que matou quatro homens, estava se preparando para reativar três anos após o Acordo da Sexta-Feira Santa.
Um ex-oficial de inteligência relatou ter sido informado sobre a trama e ouvir um oficial de mandado do Regimento Real Irlandês – formado a partir da UDR – expressar o desejo de “reunir a equipe” para atingir membros do IRA real.
O oficial também observou a alegação de um denunciante de que o homem por trás do ataque de Cappagh ainda estava ativo, chamando o processo de paz de “piada”. As revelações, ligadas a armas contrabandeadas com apoio da inteligência britânica, renovaram os pedidos das famílias das vítimas para uma investigação completa sobre a UDR e conluio militar em assassinatos sectários, apesar de inquéritos anteriores e demandas contínuas de responsabilidade.
British intelligence knew in 2002 that a UDR-UVF murder squad linked to a 1991 massacre was reactivating, sparking demands for a full investigation.