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O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, restringiu uma coletiva de imprensa em 2 de março de 2026 a veículos conservadores, provocando críticas sobre transparência e liberdade de imprensa.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, foi criticado durante uma conferência de imprensa do Pentágono em 2 de março de 2026 por permitir que apenas um grupo limitado de repórteres – principalmente de meios conservadores e pró-Trump – participasse e fizesse perguntas.
O evento, realizado em meio a ataques liderados pelos EUA no Irã, excluiu grandes organizações de notícias como Fox News, The New York Times e Reuters, que rejeitaram uma nova política de imprensa do Pentágono que exige que jornalistas assinem uma promessa de informação restritiva.
Hegseth defendeu a seleção, dizendo que garantiu a segurança nacional e rejeitou perguntas da mídia não aprovada como táticas de "gotcha".
Os críticos condenaram o evento como uma falta de transparência e uma ameaça à liberdade de imprensa, observando que alguns participantes tinham laços com o motim do Capitólio em 6 de janeiro.
O Pentágono negou os pré-selecionados, mas o briefing provocou preocupações sobre o declínio do acesso e a politização das comunicações militares.
U.S. Defense Secretary Pete Hegseth restricted a March 2, 2026, press briefing to conservative outlets, sparking criticism over transparency and press freedom.