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Uma mesquita da Virgínia homenageou o falecido líder do Irã como mártir, provocando escrutínio sobre seus laços com o Irã e ligações extremistas.
A mesquita de Manassas, na Virgínia, homenageou o falecido líder supremo iraniano Ali Khamenei como um "mártir" e "líder" em um serviço memorial durante o Ramadã, atraindo escrutínio sobre seus laços com o Irã e apoio passado ao Hamas e retórica anti-americana.
O evento, que incluiu orações, uma sorte e doações via Venmo, foi promovido nas mídias sociais antes de ser removido.
A mesquita, ligada à Fundação Alavi – supostamente uma fachada para o Irã – foi ligada a grupos de esquerda como CodePink e o capítulo D.C. dos Socialistas Democráticos da América.
O país já recebeu protestos contra a política externa dos EUA, exibiu imagens revolucionárias iranianas e enfrentou alegações de violações de financiamento e extremismo, o que levou a pedidos de legisladores republicanos para a desnaturalização e deportação de seus membros.
A Virginia mosque honored Iran’s late leader as a martyr, sparking scrutiny over its ties to Iran and extremist links.