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No início de 2026, o ICE usou ferramentas de vigilância para atingir residentes dos EUA em Minneapolis e Portland, Maine, provocando desafios legais sobre as violações da Primeira Emenda.
No início de 2026, vários residentes dos EUA, incluindo ativistas e jornalistas, relataram ter sido alvo de agentes do ICE usando ferramentas de vigilância como reconhecimento facial e digitalização de placas, com alguns descrevendo serem seguidos, identificados pelo nome e ameaçados de detenção.
Incidentes ocorreram em Minneapolis e Portland, Maine, onde os indivíduos foram informados de que foram adicionados a um banco de dados e rotulados como “terroristas domésticos”. Enquanto o Departamento de Segurança Interna se recusou a confirmar táticas, afirmou que não divulgaria métodos de aplicação da lei.
Defensores e grupos legais, incluindo a ACLU, entraram com ações judiciais, argumentando que a vigilância viola os direitos da Primeira Emenda e cria um clima de medo, especialmente quando se dirige a observadores legais.
As preocupações persistem sobre como os dados pessoais são acessados, apesar das alegações do DHS de que ferramentas como o Mobile Fortify não raspam as mídias sociais ou dados públicos.
In early 2026, ICE used surveillance tools to target U.S. residents in Minneapolis and Portland, Maine, sparking legal challenges over First Amendment violations.