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flag Um tribunal sul-coreano condenou uma mulher e dois médicos por assassinato depois que um bebê prematuro nascido vivo durante uma cesariana foi colocado em um freezer e morreu, provocando debate nacional sobre as leis de aborto.

flag Um tribunal sul-coreano condenou uma mulher e dois médicos por assassinato depois que um bebê prematuro de 36 semanas nasceu vivo durante uma cesariana, colocado em um freezer e morreu. flag A mulher, que procurou um aborto tardio, recebeu uma sentença suspensa de três anos, com o tribunal citando sua pobreza e falta de acesso legal ao aborto como fatores atenuantes. flag O cirurgião foi condenado a quatro anos, o diretor do hospital a seis, e ambos foram ordenados a pagar a restituição. flag O caso, que provocou debate nacional, expôs o vazio legal e ético deixado pela descriminalização do aborto da Coreia do Sul em 2019, já que nenhuma regulamentação abrangente foi promulgada. flag Os promotores disseram que a equipe do hospital falsificou registros para esconder o nascimento vivo. flag O hospital supostamente lucrou 1,4 bilhão de won de mais de 500 abortos, muitos referidos por corretores.

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