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As incursões aéreas chinesas perto de Taiwan caíram acentuadamente, sem voos em seis dias – a pausa mais longa desde 2022 – em meio a especulações sobre os esforços diplomáticos antes de uma potencial reunião de Xi-Trump.
As incursões aéreas chinesas perto de Taiwan caíram acentuadamente, sem voos detectados nos últimos seis dias - a maior pausa desde 2022 - marcando um declínio de 46,5% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com dados do governo de Taiwan e Secure Taiwan Associate Corporation.
A pausa, embora notável, não é vista como uma mudança na estratégia de longo prazo de Pequim, já que a Marinha e a guarda costeira da China permanecem ativas na região.
Analistas especulam que a redução pode estar ligada a esforços para aliviar as tensões antes de uma potencial reunião de março entre o presidente chinês Xi Jinping e o presidente dos EUA, Donald Trump, possivelmente para influenciar as vendas de armas dos EUA para Taiwan.
Enquanto isso, dois grandes pacotes de armas dos EUA no valor de até US$ 14 bilhões foram atrasados, sem explicação oficial, levantando preocupações sobre a mudança da política dos EUA e a crescente influência de Pequim nas decisões de defesa.
Chinese air incursions near Taiwan dropped sharply, with no flights in six days—the longest pause since 2022—amid speculation about diplomatic efforts ahead of a potential Xi-Trump meeting.