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Os espinhos do ouriço-marinho geram eletricidade no fluxo da água, inspirando um novo sensor subaquático autônomo.
Pesquisadores liderados pelo Prof. Wang Zuankai descobriram que as espinhas de ouriço-do-mar geram sinais elétricos de até 100 milivolts quando expostos ao fluxo de água, graças a uma estrutura porosa gradiente que permite a detecção mecanoelétrica.
Este mecanismo físico, ativo mesmo em espinhas mortas, inspirou a equipe a criar um sensor biônico impresso em 3D com tensão três vezes maior e oito vezes maior amplitude do que projetos não-graduais.
Uma matriz 3x3 dessas unidades demonstrou detecção de fluxo subaquático auto-alimentado em tempo real com localização precisa, oferecendo potencial para monitoramento em alto mar, detecção de infraestrutura, interfaces aeroespaciais e cérebro-computador.
Sea urchin spines generate electricity in water flow, inspiring a new self-powered underwater sensor.