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O Conselho de Paz liderado pelos EUA, com Trump como presidente, busca a reconstrução de Gaza ligada ao desarmamento do Hamas, mas enfrenta ceticismo global sobre legitimidade e transparência.
O Conselho da Paz, lançado em fevereiro de 2026 com Donald Trump como presidente vitalício, visa reconstruir Gaza ligando a ajuda ao desarmamento do Hamas e à governança não-Hamas.
Os EUA prometeram US$ 10 bilhões – pendentes do Congresso – enquanto 26 nações assinaram uma carta e o Banco Mundial administrará um fundo de reconstrução.
No entanto, o conselho não tem amplo apoio internacional, com grandes potências e a Palestina se recusando a participar.
Os críticos destacam sua falta de transparência, autoridade concentrada e laços com nações com registros severos de direitos humanos, chamando-a de uma alternativa liderada pelos EUA à ONU que mina o multilateralismo.
Apesar de seus objetivos ambiciosos, a legitimidade e a eficácia do conselho permanecem incertas em meio a tensões regionais em curso e condições não atendidas.
The U.S.-led Board of Peace, with Trump as chair, seeks Gaza reconstruction tied to Hamas disarmament but faces global skepticism over legitimacy and transparency.