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O presidente de El Salvador é acusado de deter 86 presos políticos, incluindo um investigador anticorrupção, desde o acordo de paz de 1992.
O grupo de direitos humanos Cristosal acusou o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, de deter 86 presos políticos, incluindo a investigadora anticorrupção Ruth Lopez, marcando as primeiras detenções desde o acordo de paz da guerra civil de 1992.
O grupo, cujos líderes fugiram para a Guatemala citando perseguição, disse que o governo usou tribunais criminais, vigilância, vergonha pública e encarceramento preventivo para suprimir a dissidência, com pelo menos 245 outros assediados por criticar a repressão de gangues de Bukele.
A repressão, sob estado de emergência desde 2022, levou a 91 mil prisões, das quais cerca de 8 mil foram liberadas.
Bukele, reeleito em 2024 com uma grande maioria, garantiu direitos de reeleição indefinidos após uma mudança constitucional por seu Congresso controlado pelo partido.
Ele defendeu suas ações, dizendo que elas impedem a violência, enquanto os críticos comparam a situação com a Nicarágua e a Venezuela.
O governo salvadorenho não respondeu ao relatório.
El Salvador’s president is accused of detaining 86 political prisoners, including an anti-corruption investigator, since the 1992 peace agreement.