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Famílias quenianas protestam contra a demanda por retorno de mais de 1.000 homens recrutados para a guerra da Rússia na Ucrânia, com o governo confirmando as vítimas e buscando repatriação diplomática.
Famílias de homens quenianos recrutados para a guerra da Rússia na Ucrânia estão exigindo seu retorno, protestando em Nairobi com fotos de parentes desaparecidos, feridos ou falecidos.
O governo do Quênia confirmou que mais de 1.000 quenianos foram recrutados, com pelo menos 89 ainda lutando, 39 hospitalizados, 28 desaparecidos e um morto confirmado.
A ministra das Relações Exteriores, Musalia Mudavadi, disse que os esforços diplomáticos estão em andamento para repatriar os quenianos, incluindo um prisioneiro de guerra confirmado na Ucrânia.
Um relatório de inteligência citou conluio entre autoridades quenianas e russas e agências de recrutamento, o que levou a pedidos de acusação por tráfico de seres humanos e recrutamento forçado, com dois quenianos já acusados.
Kenyan families protest demand for return of over 1,000 men recruited into Russia’s war in Ukraine, with government confirming casualties and pursuing diplomatic repatriation.