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As mulheres afegãs enfrentam barreiras severas de acesso à justiça, com o relatório da ONU mostrando que apenas 14% podem acessar a justiça formal versus 53% dos homens, provocando protestos e pedindo a restauração dos direitos.
No Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2026, um relatório da ONU revelou que as mulheres afegãs são quase quatro vezes menos propensas do que os homens a ter acesso à justiça formal, com apenas 14% relatando acesso em comparação com 53% dos homens, citando leis discriminatórias, proteções fracas e normas sociais.
Apesar das alegações do governo de defender os direitos das mulheres sob a Sharia, nenhuma resposta foi dada às descobertas.
As mulheres do Afeganistão protestaram, chamando as condições de uma forma de apartheid de gênero, enquanto o ex-presidente Hamid Karzai pediu ao Taliban que reabra as escolas e restaure os direitos das mulheres.
As agências da ONU enfatizaram que restaurar o acesso das mulheres à educação e ao emprego é vital para a recuperação nacional.
Afghan women face severe justice access barriers, with UN report showing only 14% can access formal justice vs. 53% of men, sparking protests and calls for rights restoration.