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O ex-líder liberiano condena a baixa representação das mulheres, pedindo a aplicação de uma cota de gênero parada para garantir uma governança inclusiva.
A ex-presidente liberiana Ellen Johnson Sirleaf condenou a baixa representação feminina da legislatura – 11 de 103 assentos – como um constrangimento nacional, enfatizando que a exclusão das mulheres prejudica o desenvolvimento e a construção da paz, apesar de seus papéis históricos no fim da guerra civil e na eleição da primeira presidente feminina da África.
Ela destacou barreiras sistêmicas e resistência masculina ao compartilhamento de poder, pedindo a aplicação de uma cota de gênero de 30% há muito atrasada, observando que os esforços passados foram enfraquecidos ou bloqueados.
Os defensores dizem que as mulheres permanecem marginalizadas na tomada de decisões, usadas para divulgação, mas não para liderança, e enfatizam que a governança inclusiva é vital para políticas eficazes e progresso duradouro.
Former Liberian leader condemns low women’s representation, urging enforcement of a stalled gender quota to ensure inclusive governance.