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Israel defende ataques liderados pelos EUA ao Irã como autodefesa em meio a tensões regionais, aumentando o conflito com o Hezbollah no Líbano após ataques mortais.
O presidente israelense Isaac Herzog defendeu as ações militares em curso dos EUA-Israel contra o Irã como autodefesa necessária em meio às ambições nucleares do Irã e agressão regional, citando apoio a proxies e ataques como um ataque de drone em uma base do Reino Unido em Chipre.
Ele justificou a ofensiva de Israel no Líbano contra o Hezbollah, dizendo que o Líbano não pode desarmar o grupo, já que o conflito se intensificou após os ataques com mísseis após a morte do líder supremo do Irã, resultando em quase 400 mortes libanesas e duas mortes de soldados israelenses.
O Reino Unido não se juntou a operações ofensivas, mas permitiu o uso de suas bases pelos EUA para ataques defensivos, enquanto o embaixador do Irã criticou a posição do primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, rejeitando a cooperação militar.
Israel defends U.S.-led strikes on Iran as self-defense amid regional tensions, escalating conflict with Hezbollah in Lebanon after deadly attacks.