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A historiadora Rhae Lynn Barnes descobriu que as performances de blackface duraram até o século XX, alimentadas por programas governamentais e racismo, e as ligou à retórica política moderna.
O historiador Rhae Lynn Barnes descobriu que as apresentações amadoras de blackface, enraizadas em shows de minstrel racistas, persistiam até o século XX, ao contrário da crença de que desapareceram em 1900.
Sua pesquisa, auxiliada por materiais de arquivo anteriormente ocultos da Biblioteca do Congresso, revelou que guias passo a passo permitiram que escolas, fraternidades, bombeiros e unidades militares fossem exibidos.
Durante a Grande Depressão, o governo federal promoveu blackface como parte da herança americana, distribuindo scripts através da Administração do Progresso de Obras.
Empresas de maquiagem comercial prosperaram, e canções da época romantizaram a escravidão.
Barnes liga a retórica política moderna, incluindo “Make America Great Again”, a minstrel show tropes.
Ela enfatiza que o declínio do blackface foi devido ao ativismo da era dos direitos civis, particularmente por mães negras e brancas, e chama a compreensão dessa história de dever patriótico.
Historian Rhae Lynn Barnes found blackface performances lasted into the 20th century, fueled by government programs and racism, and linked them to modern political rhetoric.