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Um processo judicial argumenta que o plano do governo Trump de acabar com o TPS para quase 1.100 somalis é racialmente tendencioso, apesar das condições melhoradas na Somália.
Um processo federal desafia o plano do governo Trump de acabar com o Status de Proteção Temporária para quase 1.100 somalis, definido para 17 de março de 2026, argumentando que a decisão é baseada em preconceito racial em vez de condições objetivas na Somália.
Os demandantes, incluindo imigrantes somalis e grupos de defesa, citam as observações depreciativas do presidente Trump sobre os somalis e afirmam que a rescisão reflete discriminação inconstitucional.
Apesar do conflito com o al-Shabaab e os avisos de viagem dos EUA, o Departamento de Segurança Interna diz que as condições melhoraram.
A medida faz parte de um esforço mais amplo para acabar com o TPS para mais de 350 mil haitianos e 6.000 sírios, com planos de apelar à Suprema Corte.
O caso segue-se ao aumento da aplicação da imigração em Minnesota, onde um escândalo de fraude levou a operações em larga escala e à morte de dois cidadãos dos EUA.
A lawsuit argues the Trump administration’s plan to end TPS for nearly 1,100 Somalis is racially biased, despite improved conditions in Somalia.