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O clérigo Walter Magaya busca revisão constitucional de seu julgamento por estupro, alegando violações de direitos e má conduta do Ministério Público.
O clérigo Walter Magaya procurou encaminhar seu caso de estupro para o Tribunal Constitucional do Zimbábue, argumentando que a acusação viola seus direitos constitucionais a um julgamento justo, liberdade e igualdade.
Enfrentando seis acusações de estupro envolvendo três queixosos entre 2013 e 2018, Magaya nega as acusações e alega que alguns queixosos retiraram as alegações, que ele diz que devem interromper o julgamento.
Ele alega má conduta do Ministério Público, incluindo alterações não autorizadas em declarações de testemunhas, falha em divulgar a declaração de prisão original e evidências de DNA coletadas sem o seu advogado presente.
A Autoridade Nacional de Prosecução contesta as alegações, afirmando que a carta de retirada ainda estava sob revisão administrativa e os resultados do DNA permanecem pendentes.
O caso está pendente, com uma audiência marcada para quinta-feira.
Cleric Walter Magaya seeks constitutional review of his rape trial, claiming rights violations and prosecutorial misconduct.