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A acusação de discurso de ódio de um leal irlandês do Norte foi rejeitada devido à falta de consentimento da acusação, encerrando o caso em 2024.
David "Dee" Stitt, um leal irlandês do Norte, teve a acusação de incitar o ódio religioso demitido pelo Tribunal de Recurso, que decidiu que o Tribunal dos Magistrados não tinha jurisdição devido à ausência de consentimento exigido do Diretor de Procuradoria Pública.
O caso resultou de um post no Facebook de 2024 que Stitt compartilhou em resposta aos assassinatos de Southport, que se referiam a parar a "espalha do mal Islã" e pediu protestos.
As autoridades chamaram de "chamada às armas", mas Stitt afirmou que era uma recompartilha da mensagem de outra pessoa em uma conta privada, destinada a apoiar manifestações pacíficas.
Os juízes de recurso concordaram que a acusação foi iniciada de forma inadequada nos termos do artigo 10 da Ordem Pública (Irlanda do Norte) de 1987, encerrando o caso atual.
Enquanto os promotores podem buscar uma revisão da Suprema Corte, especialistas legais dizem que o assunto provavelmente está concluído.
A Northern Irish loyalist's hate speech charge was dismissed due to lack of prosecution consent, ending the case over a 2024 Facebook post.