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Desde março de 2025, as forças congolesas sequestraram pelo menos 17 pessoas em Kinshasa, incluindo legisladores da oposição, mantendo-as sem julgamento em sites secretos ligados ao CNC inexplicável.
Desde março de 2025, as forças de segurança congolesas realizaram numerosos desaparecimentos forçados em Kinshasa, com a Human Rights Watch documentando 17 casos e recebendo relatórios confiáveis de mais.
As vítimas, muitas vezes presas à noite sem mandados, foram levadas para locais secretos, incluindo o Stade des Martyrs e acomodações privadas, e mantidas pelo Conselho Nacional de Defesa Cibernética (CNC), que opera sem supervisão judicial.
Os detidos, incluindo pelo menos 12 legisladores da oposição, foram interrogados por motivos políticos não relacionados ao cibercrime e disseram que “não havia lei nessas salas”. Cinco foram acusados de crimes de segurança do Estado ou insultar o chefe de Estado, enquanto oito foram liberados e três permanecem detidos.
O CNC nega ter poderes de prisão, mas foi implicado em detenções.
A Human Rights Watch insta o governo a prestar contas pelos desaparecidos e a defender os direitos legais.
Since March 2025, Congolese forces have abducted at least 17 people in Kinshasa, including opposition lawmakers, holding them without trial in secret sites linked to the unaccountable CNC.