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A Smartmatic procura descartar uma acusação criminal, chamando-a de retaliação politicamente motivada ligada às falsas alegações eleitorais de Trump.
A empresa de tecnologia de votação Smartmatic pediu a um juiz federal que demita uma acusação criminal alegando lavagem de dinheiro e suborno ligado a contratos nas Filipinas e na Venezuela, alegando que a acusação é parte de uma “campanha de retribuição” política ligada às falsas alegações do ex-presidente Donald Trump sobre a eleição de 2020.
A empresa, por meio de sua controladora no Reino Unido, a SGO Corporation, diz que cooperou totalmente com o Departamento de Justiça desde 2021, fornecendo milhões de documentos e acreditava que estava se aproximando da resolução antes da acusação ser expandida.
Os promotores alegam que fundos de um contrato de US$ 300 milhões no condado de Los Angeles foram desviados através de empresas de fachada e faturas falsas, e que o co-fundador Roger Pinate, que não trabalha mais para a empresa, subornou o ex-chefe eleitoral da Venezuela com uma casa de luxo.
A Smartmatic mantém seu declínio nos negócios decorrente de má conduta interna, não da cobertura da mídia, embora tenha processado figuras da mídia por alegações difamatórias que a vinculam à fraude eleitoral.
A Casa Branca não comentou.
Smartmatic seeks to dismiss a criminal indictment, calling it a politically motivated retaliation tied to Trump’s false election claims.