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A UE sancionou 19 autoridades iranianas por abusos de direitos humanos após o assassinato do líder supremo do Irã em uma greve de fevereiro.
A União Europeia aprovou sanções contra 19 autoridades e entidades iranianas por supostas violações de direitos humanos, após o ataque de 28 de fevereiro que matou o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.
A medida, anunciada pela Alta Representante da UE, Kaja Kallas, visa responsabilizar o Irã pela repressão e agressão regional, embora ainda exija a aprovação final do Conselho da União Europeia.
O Irã condenou as sanções como imorais e ilegais, acusando a UE de hipocrisia e cumplicidade nas ações EUA-Israel, ao mesmo tempo em que afirma seu direito à autodefesa.
O conflito interrompeu o transporte marítimo no Golfo, afetou os mercados globais de energia e levou a vítimas civis, incluindo cidadãos indianos a bordo de navios atacados.
A UE reiterou o apoio ao direito do Irã à autodeterminação, mas criticou a resposta militar de Israel como excessiva, alertando para uma instabilidade regional mais ampla.
The EU sanctioned 19 Iranian officials over human rights abuses following the killing of Iran’s supreme leader in a February strike.