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As declarações do secretário de Defesa dos EUA, Hegseth, "sem trimestre, sem misericórdia" atraem reação legal por violar leis de guerra após ataques mortais ao Irã.
A declaração do secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, de que os EUA mostrariam “nenhum quarto, nenhuma misericórdia” aos inimigos atraiu críticas legais generalizadas, com especialistas chamando a retórica de uma violação do direito internacional, incluindo as Convenções de Genebra e a Lei de Crimes de Guerra dos EUA.
Eles argumentam que ameaçar negar a rendição aos combatentes é um crime de guerra e contradiz o próprio Manual da Lei de Guerra do Pentágono.
Os comentários seguem intensos ataques EUA-Israel contra o Irã, incluindo um ataque mortal a uma escola de meninas que matou mais de 170 pessoas e o naufrágio do IRIS Dena, que matou pelo menos 84, sem esforços de resgate.
Críticos alertam que a ênfase dos militares dos EUA na “máxima letalidade” corre o risco de corroer restrições legais e éticas na guerra, ecoando controvérsias passadas envolvendo vítimas civis em ataques de drones e ataques inexplicáveis no mar.
U.S. Defense Secretary Hegseth’s "no quarter, no mercy" remarks draw legal backlash for violating war laws after deadly strikes on Iran.