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O Congresso Mundial Uigur condenou ataques racistas a uma autoridade japonesa após comentários da mídia estatal chinesa, pedindo responsabilidade global e destacando o crescente escrutínio internacional das políticas da China.
O Congresso Mundial Uigur condenou ataques racistas contra o oficial japonês Arfiya Eri após comentários online da mídia estatal chinesa, levando o Japão a protestar.
Ele destacou a crescente atenção internacional, incluindo discussões no Japão sobre legislação trabalhista forçada, a expulsão de oito cidadãos chineses da Itália por alegações de vigilância e uma entrevista da CNN com um ex-funcionário chinês detalhando as operações de influência do PCC.
Líderes do WUC defenderam a responsabilização em Washington, DC e Estrasburgo, citando casos como o da irmã de Rushan Abbas, detida na China.
O grupo anunciou o Terceiro Fórum Internacional Uigur em Berlim para junho de 2026 e expressou preocupação com a nova lei de unidade étnica da China, alertando que pode aprofundar as políticas de assimilação.
The World Uyghur Congress condemned racist attacks on a Japanese official after Chinese state media remarks, urging global accountability and highlighting rising international scrutiny of China's policies.