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Ex-funcionário negou avisos sobre as ameaças de Dana Seetahal antes de seu assassinato em 2014, provocando debate sobre poderes de emergência e resposta da polícia.
O ex-ministro da Segurança Nacional Gary Griffith negou ter recebido informações sobre ameaças à vida de Dana Seetahal durante seu mandato, afirmando que não havia relatos desse tipo.
O ministro da Defesa Wayne Sturge afirmou que a polícia havia interceptado avisos, mas não conseguiu fornecer proteção, apesar da consciência de Seetahal sobre o perigo.
Sturge criticou a aplicação da lei por confiar na vigilância sobre a ação preventiva e defendeu os poderes de emergência, incluindo a detenção preventiva, conforme necessário.
O deputado de oposição Stuart Young esclareceu que apenas três funcionários – não ministros – podem autorizar escutas telefônicas sob a Lei de Intercepção de Comunicações, e advertiu contra a normalização de repetidos estados de emergência.
Seetahal foi morta a tiros em 2014; vários suspeitos foram acusados em conexão com seu assassinato.
Former official denied warnings about Dana Seetahal’s threats before her 2014 murder, sparking debate over emergency powers and police response.