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A Suprema Corte do Quênia reverteu uma decisão de 2024, economizando um fundo de desenvolvimento de US$ 559 milhões em meio a preocupações com a independência judicial e a diminuição dos controles sobre o poder.
Em fevereiro de 2026, o Tribunal de Apelação do Quênia derrubou uma decisão do Tribunal Superior de 2024 que havia declarado a Lei inconstitucional do Fundo de Desenvolvimento de Constituintes do Governo Nacional (NG-CDF), permitindo que o fundo Sh55.9 bilhões continuasse operando.
Esta decisão seguiu uma reunião secreta de agosto de 2025 no Serena Hotel em Mombasa, onde os legisladores supostamente procuraram o apoio da juíza-chefe Martha Koome para preservar o fundo em troca de avançar a legislação que aumenta os benefícios de aposentadoria e subsídios de viagem dos juízes.
A reversão marca uma mudança significativa após a Suprema Corte de 2022 ter invalidado anteriormente a Lei CDF original sobre a separação de interesses de poderes.
As ações coordenadas do executivo, do legislativo e do judiciário levantaram preocupações sobre o enfraquecimento dos controles e contrapesos constitucionais, com os críticos observando um crescente alinhamento entre os três ramos.
Kenya’s top court reversed a 2024 ruling, saving a $559 million development fund amid concerns over judicial independence and weakened checks on power.