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Um surto de sarampo na Carolina do Sul, impulsionado por baixas taxas de vacinação, está reacendendo preocupações sobre a hesitação da vacina e seus riscos para a saúde pública.
Um surto de sarampo no Condado de Spartanburg, na Carolina do Sul, o maior em décadas, ressalta a crescente hesitação em relação à vacina em todo o país.
A redução das taxas de vacinação – abaixo do limite de 95% necessário para a imunidade do rebanho – reverteu o progresso feito desde que o sarampo foi declarado eliminado em 2000.
Pais como Kate Morrow, cujos gêmeos prematuros são vulneráveis, expressam frustração com a recusa dos vizinhos em vacinar.
Outros, como Margarita DeLuca, citam a desconfiança da era pandêmica, o rápido desenvolvimento de vacinas e experiências pessoais – como a apreensão pós-vacinação de uma criança – como razões para atrasar ou pular tiros, apesar da garantia médica de que tais eventos não estão relacionados às vacinas.
Os pediatras enfatizam que as crianças não vacinadas enfrentam riscos maiores de complicações graves, incluindo inchaço cerebral e pneumonia, e alertam que a desinformação, especialmente nas mídias sociais, continua a corroer a confiança do público na medicina baseada na ciência.
A measles outbreak in South Carolina, driven by low vaccination rates, is reigniting concerns over vaccine hesitancy and its public health risks.