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A Escócia proibiria militares estrangeiros em guerras ilegais, citando ataques dos EUA e israelenses, se se tornar independente.
O primeiro-ministro John Swinney anunciou que uma Escócia independente proibiria militares estrangeiros envolvidos no que considera "conflitos ilegais" de seu território, citando ataques dos EUA e israelenses ao Irã como exemplos sem base jurídica internacional e causando danos civis.
Ele afirmou que a independência permitiria à Escócia consagrar uma proibição constitucional de armas nucleares e presença militar estrangeira em guerras ilegais, enfatizando um compromisso com a paz, o direito internacional e a proteção civil.
Swinney pediu diplomacia e desescalada no Oriente Médio, enquadrando a política como uma abordagem moral e prática para a segurança global.
As observações chamaram a atenção e algumas críticas, refletindo um debate mais amplo sobre a potencial política externa da Escócia se ela se tornar independente.
Scotland would ban foreign militaries in illegal wars, citing U.S. and Israeli strikes, if it becomes independent.