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As empresas indonésias investigaram por falsificar óleo de palma como resíduos para evitar impostos e fornecer empresas europeias de energia, provocando preocupações da UE sobre a credibilidade da energia verde.
As empresas indonésias estão sob investigação por supostamente falsificarem o óleo de palma como efluente de moinho de óleo de palma (POME), um subproduto residual, para fugir de impostos e fornecer empresas europeias de energia, incluindo a Eni e a Neste.
A investigação, baseada em dados comerciais e registros alfandegários, alega conluio com funcionários e suborno para etiquetar mal os embarques, minando as reivindicações de sustentabilidade.
Embora a Eni e a Neste digam que adquiriram através de fornecedores certificados e suspenderam os laços após saberem da investigação, não há evidências diretas que os liguem a irregularidades.
A Indonésia prendeu 11 indivíduos, incluindo funcionários alfandegários, e restringiu as exportações devido a volumes suspeitos.
Os planos da UE para proibir o óleo de palma em biocombustíveis até 2030, e especialistas alertam que sistemas de verificação fracos permitem fraudes, ameaçando a credibilidade global da energia verde.
Indonesian firms investigated for faking palm oil as waste to dodge taxes and supply European energy firms, sparking EU concerns over green energy credibility.