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Em 1993, um menino siciliano de 12 anos foi raptado, torturado e morto pela máfia pelo papel do pai como testemunha.
Em 1993, Giuseppe Di Matteo, de 12 anos, foi sequestrado por membros da máfia siciliana que se fizeram passar por policiais depois que seu pai tornou-se uma testemunha do governo.
Mantido cativo por quase 800 dias, o menino suportou fome, espancamentos e abuso psicológico. Fotos de seu estado esmagado foram enviadas para seu pai para intimidá-lo.
O rapto foi parte de uma campanha mais ampla dos chefes da máfia Salvatore "Toto" Riina e do assassino Giovanni Brusca para silenciar testemunhas após o assassinato do juiz anti-máfia Giovanni Falcone.
O corpo de Giuseppe foi descoberto em 1995, dissolvido em ácido e enterrado numa zona remota.
Brusca, condenado por mais de 100 assassinatos, foi libertado em 2021 depois de cumprir quase 30 anos, provocando protestos públicos.
O caso continua a ser um símbolo claro do uso da máfia de terror contra as famílias dos informantes.
In 1993, a 12-year-old Sicilian boy was kidnapped, tortured, and killed by the Mafia for his father’s role as a witness.