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O Panamá nega ignorar a arbitragem sobre os portos do Canal apreendidos, citando preocupações constitucionais e atrasos legais.
O presidente do Panamá negou as alegações da CK Hutchison's Panama Ports Company de que o governo ignorou a arbitragem sobre a apreensão de dois portos do Canal, afirmando que o Panamá havia contratado advogados internacionais e buscou um atraso devido ao curto prazo.
A medida foi tomada após uma decisão judicial de janeiro que anulou a concessão portuária, o que o governo diz ser inconstitucional.
A PPC, que operava os portos desde 1997, chamou a aquisição de ilegal e apresentou uma reclamação de US$ 2 bilhões, enquanto o Panamá manteve controle total sobre o canal.
A disputa chamou a atenção em meio às tensões entre os EUA e a China, bem como as batalhas legais sobre operações portuárias e influência estrangeira.
Panama denies ignoring arbitration over seized Canal ports, citing constitutional concerns and legal delays.