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O governo do Senegal aprovou uma lei que duplica a pena de prisão para relações homossexuais, passando para 10 anos, em meio ao aumento da violência e retórica anti-LGBTQ+.
O Senegal aprovou uma lei que duplica as penas de prisão para relações homossexuais para 10 anos, aguardando a aprovação presidencial, em meio ao aumento das prisões, violência e retórica anti-LGBTQ+.
A medida, apoiada pelo primeiro-ministro Ousmane Sonko e o presidente Bassirou Diomaye Faye, também penaliza a defesa dos direitos LGBTQ+ e aumenta as multas.
Ativistas relatam medo generalizado, com muitos fugindo ou vivendo em esconderijo, enquanto grupos como And Samm Jikko Yi promovem narrativas anti-gay.
A repressão segue um incidente de 2023, onde um homem que se acreditava ser gay foi exumado e queimado, e inclui protestos falsamente ligando pessoas LGBTQ+ ao HIV.
Organizações de direitos humanos alertam para a escalada da perseguição, com uma resposta limitada do governo e crescentes tendências regionais de legislação anti-LGBTQ+ em toda a África.
Senegal's government passed a law doubling jail time for same-sex relations to 10 years, amid rising anti-LGBTQ+ violence and rhetoric.