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A eleição de 2026 no Peru, marcada pelo aumento da criminalidade, apresenta candidatos propondo medidas extremas como colônias penais e ressurgimento da pena de morte.
A eleição presidencial do Peru em 2026, com 35 candidatos, é dominada por uma grave crise de segurança, já que os homicídios mais do que triplicaram desde 2018 e os casos de extorsão aumentaram para mais de 26.500.
Com a votação marcada para 12 de abril e um potencial segundo turno em junho, o candidato da extrema-direita Rafael López Aliaga lidera, propondo colônias penais na floresta tropical guardadas por cobras venenosas e permitindo que as forças dos EUA capturem fugitivos.
Keiko Fujimori apoia o trabalho forçado para os prisioneiros, enquanto o comediante Carlos Álvarez pede a retirada da Convenção Americana sobre Direitos Humanos para restabelecer a pena de morte.
Outros candidatos sugerem recompensas para capturar criminosos ou formar unidades de elite, embora alguns neguem planos para execuções extrajudiciais.
Os peritos alertam que as medidas punitivas por si só não reduzirão a criminalidade transnacional, sublinhando a necessidade de reformas estratégicas, reforço da aplicação e mudanças sistémicas.
Peru's 2026 election, marked by soaring crime, features candidates proposing extreme measures like penal colonies and death penalty revival.