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Uma ex-procuradora que chamou Sarah Jo Pender de "fêmea Charles Manson" agora lamenta a sua condenação em 2002, citando questões sobre justiça do julgamento e evidências.
Um ex-procurador que uma vez rotulou Sarah Jo Pender como a "fêmea Charles Manson" agora diz que lamenta sua condenação de 2002 nos assassinatos em Indianápolis de duas companheiras, citando dúvidas sobre um julgamento justo e novas preocupações com as provas.
Pender, condenada com base em provas circunstanciais incluindo a compra da arma do crime e o corpo, manteve sua inocência, alegando que foi manipulada pelo namorado, Richard Hull.
Em 2008, ela escapou da prisão com a ajuda de um guarda e uma companheira de cela, evitando ser capturada por quatro meses antes de ser apanhada após uma dica.
Uma nova série de documentários da Hulu explora o caso, com Pender, investigadores e o promotor aposentado, levantando questões sobre o sistema judicial e o impacto duradouro do rótulo sensacionalista.
A former prosecutor who called Sarah Jo Pender the "female Charles Manson" now regrets her 2002 conviction, citing trial fairness and evidence concerns.