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Lula e Petro condenaram a interferência estrangeira na América Latina e as desigualdades globais, pedindo uma reforma da ONU em meio à crescente tensão.
O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva alertou sobre um ressurgimento do colonialismo nas nações em desenvolvimento durante uma cúpula de 21 de março de 2026 na Colômbia, criticando a interferência estrangeira na Venezuela e Cuba, incluindo a captura no mês de janeiro do ex-líder Nicolás Maduro e o bloqueio de combustível contra Cuba.
Ele condenou as ações militares lideradas pelos EUA na região e contra o Irã, traçando paralelos com a Guerra do Iraque, e acusou nações poderosas de buscar controle sobre minerais críticos no Sul Global.
Lula criticou a ONU por não ter conseguido evitar conflitos em Gaza, Ucrânia e Irã, citando o poder de veto do Conselho de Segurança como uma barreira à ação.
O presidente colombiano Gustavo Petro fez eco dessas preocupações, chamando a ONU de ineficaz e alertando para o aumento da instabilidade global devido à falta de cooperação.
Ambos os líderes pediram reformas e diálogo, embora a cúpula tenha visto uma participação regional limitada.
Lula and Petro condemned foreign interference in Latin America and global inequities, urging UN reform amid rising tensions.